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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A MANIFESTAÇÃO DA "ZILDINHA"



Encontrei esta foto numa aplicação do Facebook sobre a Isilda Pegado e não resisti. Já não há mesmo pachorra para aturar a mulher.

Cada um tem direito à sua opinião, mas eu não tenho nada que opinar sobre o casamento dos outros. Não sou eu que decido sobre o casamento do João e da Rita, ou do Paulo e da Cristina. Portanto também ninguém, senão os próprios, tem a nada a ver se o João casa com o Paulo ou a Rita com a Cristina. Não vai ser por isso que vai haver menos criancinhas ou menos casamentos heterossexuais.

O pior são as más companhias que esta senhora (Isilda Pegado) atrai. Na "sua manifestação" além dos santinhos e das bíblias também se viram vários símbolos e elementos de extrema direita.

Se são estas as companhias da senhora, está tudo dito.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A MINISTRA ISLANDESA

Johanna Sigurdardottir

Pois é meus amigos, por todo o lado se fala em crise, no entanto essa crise já trouxe ventos de mudança e condicionou duas curiosas mudanças políticas:

Nos Estados Unidos foi eleito o pimeira primeira vez na sua história um presidente negro, isto num país onde, não há muitas décadas, os negros ainda lutavam pelos seus direitos.
Entretanto lá longe, no norte da Europa há um país de que raramente se houve falar, apenas se sabe que tem paisagens lindíssimas e que é frio como o caraças. Da Islândia a única coisa que alguns portugueses conhecem é a música da Börk e dos Sigur Rós.


No entanto as coisas mudaram, agora o país do gelo é conhecido por ser o primeiro do mundo a possuir uma Primeira-Ministra lésbica assumida; Johanna Sigurdardottir, era Ministra dos Assuntos Sociais e subiu ao poder na sequência da demissão de Geir Haarde. A sua missão não é fácil, pois há que salvar o país da bancarrota e tem apenas poucos meses para mostrar o que vale pois o seu governo é interino e as eleições legislativas são já em Março.

Islândia

Para Obama e Sigurdardottir, só posso desejar boa sorte, bem que precisam. No entanto não posso deixar de ficar triste por se dar mais importância à cor e à orientação sexual dos políticos em lugar das suas competências. Espero então que chegue o dia em que a eleição de um negro, de uma mulher ou de um homossexual deixe de ser notícia, isso seria sinal de que os preconceitos e as discriminações chegaram ao fim.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

DIREITOS HUMANOS


No dia em que se celebram os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é bom recordar os muitos artigos que estão esquecidos.

Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos humanos conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração humanos;


Considerando que é essencial a protecção dos direitos humanos através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;

Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais humanos, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;

Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais;
Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:
A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal
dos Direitos humanos
como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.


DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS,pdf

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A FAVOR MAS CONTRA


PS É A FAVOR MAS VOTA CONTRA

Por estas e por outras é que este partido não merece o meu voto.
Neste momento o PS é um partido sem tomates. Valha-nos ao menos o Manuel Alegre que é o único que os tem no sítio.

WELCOME TO CONNECTICUT


Enquanto por cá ainda se discute o sexo dos anjos, na conservadora América o Connecticut, já se juntou ao Massachusetts e à Califórnia. Quais serão os próximos?

sábado, 17 de maio de 2008

DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA


Busquei na saudade funda
Que os seus olhos me deixaram
A coragem -
E a firmeza resistente
Pra fugir da sua vida.

Agora, já sou aquele
Que os outros querem que eu seja:
Normal, um pobre diabo
Que obedece ao preconceito
Moralíssimo, profundo,
De beijar a eterna esfinge...


- Já deixei o meu amor,
Já fiz a vontade ao mundo.


António Botto
Foto: Howard Roffman

Esperemos que um se possa amar em paz e não seja mais necessário "fazer a vontade ao mundo".

Eu sei que o poema está repetido mas achei-o indicado para assinalar a data.


«No dia 17 de Maio de 1990, a Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Esta acção pôs fim a mais de um século de homofobia médica. Prosseguindo esta decisão histórica, os proponentes pretendem que o Alto Comissariado para os Direitos Humanos e que a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas condenem também a homofobia nas suas vertentes política, social e cultural, reconhecendo este Dia Mundial Contra a Homofobia. A decisão da OMS constitui uma data histórica e um símbolo forte e por isto a proposta é que este Dia Mundial tenha lugar anualmente no dia 17 de Maio.»

Para ler um excelente artigo de Fernanda Câncio no DN

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

FREEHELD


Este ano não houve Ellen DeGeneres nem Melissa Etheridge aos beijos à sua companheira. No entanto a mensagem anti-homofóbica também se fez ouvir.

Freeheld - Melhor curta metragem documental.
A detective Laurel Hester, da polícia de Nova Jérsia, passoou 25 anos a lutar contra o crime e a trabalhar em prol da comunidade.
Quando lhe é diagnosticado um cancro em fase terminal vai se ver perante a maior batalha da sua vida, lutar contra o preconceito da sociedade para que, Stacie, a sua companheira, possa usufruir de uma pensão após a sua morte. Uma coisa simples e banal para qualquer casal heterossexual.


A realizadora Cynthia Wade:
«Thank you. It was Lieutenant Laurel Hester's dying wish that her fight for, against discrimination would make a difference for all the same sex couples across the country that face discrimination every day. Discrimination that I don't face as a married woman. Sheila Nevins and HBO for making this film have a broadcast and a home on Cinemax later this year. To my husband Matthew Syrett, who took care of our children and held down a full-time job so that we could make this film. And to our incredible team in New York, thank you so much.»

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

OS DRAMAS DA HUMANIDADE

"Todas as expressões de ateísmo, todas as formas existenciais de negação ou esquecimento de Deus, continuam a ser o maior drama da humanidade, que tiram todo o sentido ao Natal, que é a exultação e o grito de alegria e de esperança que brotou do reencontro do homem com Deus".
Declarações de D. José Policarpo durante a homília de Natal.

D. José policarpo esquece as guerras e o fanatismo religioso, esquece a linguagem de ódio contra os homossexuais, pior ainda esquece que todos os dias há crianças a morrer à fome. Esquece que em Portugal há gente que vive na miséria, há pessoas que trabalham mas com os seus ordenados miseráveis não conseguem ganhar para as despesas do dia a dia.
Ontem, Benazir Butho, foi assassinada por alguém que matou e morreu em nome de Deus. Hoje o Paquistão está de novo a ferro e fogo. Não esquecer que estamos a falar de uma potência nuclear.

Estes sim, sr. cardeal-patriarca, são os verdadeiros dramas da humanidade.
Posso criticar, às vezes violentamente, as políticas do Vaticano mas nunca critiquei a fé das pessoas.
Não sei se Deus existe, tenho as minhas dúvidas, mas respeito todos os crentes. Sr. cardeal tente então respeitar também quem não acredita. Os tempos da inquisição já passaram.

Mais no DN

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

A HOMOFOBIA DO NUNINHO E CASAMENTO NA HUNGRIA

Deus, Pátria e Rei

Uma pérola do nosso querido pseudo-fadista armado em marialva:

«A instituição de um dia de luta contra a homofobia, entendida, de um modo genérico, como o medo irracional ou preconceito em relação à homossexualidade, seria, de alguma forma, atentar contra a liberdade de opinião. Ao instituir-se um dia mundial de luta contra a homofobia estar-se-ia, no fundo, a instituir um dia contra todos aqueles que pensam a sexualidade de modo distinto e, consequentemente, a colocá-los numa situação de discriminação.»

Parece que ser contra a homofobia é atentar contra a liberdade de expressão.
Que mais vão eles inventar.
São estas as idéias de um partideco sem expressão entre os portugueses e que só tem representação parlamentar graças a S. Santana Lopes.



Apesar da petição pela criação de um dia de luto contra a homofobia ter sido rejeitada há boas notícias, lá fora claro:
A Hungria aprovou no passado dia 17 de dezembro a lei que permite que pessoas do mesmo sexo possam contrair casamento, a República Checa e a Eslovénia também estão na calha.
Por cá, a Teresa e a Helena têm que voar até Espanha para poder casar.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

A IGNORÂNCIA HUMANA



Não era para comentar este assunto, são coisas que me enervam de tal modo que nem consigo falar delas de uma maneira racional. Entretanto soube através do André Benjamim que já há uma petição a favor deste cozinheiro na internet. Não sei se vai dar em alguma coisa, pelo menos é uma forma de tentar abrir os olhos a muita gente.


A minha amiga Garamond pergunta a si própria se seria capaz de frequentar um restaurante cujo cozinheiro fosse seropositivo?

Ela seria capaz e eu também.

Em primeiro lugar, quando vou a um restaurante não tenho por hábito pedir a ficha médica do cozinheiro.

Em segundo lugar já abracei e beijei pessoas com SIDA, até agora todas as minhas análises foram negativas.

Quando falo em beijar, falo em beijos de amizade. Nunca tive nenhuma relação intima com pessoas infectadas. Se por acaso acontecesse há sempre maneiras de partilhar a intimidade, claro que seriam precisos alguns cuidados adicionais.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

sábado, 3 de novembro de 2007

E SE NÃO PUDESSES CASAR COM A PESSOA QUE TU AMAS?


Tanto nos jornais como na internet, leio que cada vez mais paísestêm vindo a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Portugal que esteve na linha da frente na abolição da escravatura e da pena de morte, continua indiferente a isto tudo.
Quero aqui louvar a coragem da Teresa e da Lena, duas mulheres que tiveram "tomates" para dar a cara e lutar pelos seus direitos.

Tenho dito várias vezes que o casamento não é uma opção para mim. No entanto acho que é uma questão de direitos humanos, uma pessoa poder casar com a pessoa que ama.
Como eu costumo dizer, "amamos pessoas, não sexos".
Acho que está na hora de obrigar os nossos políticos a tomar uma decisão.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

DIA EUROPEU CONTRA A PENA DE MORTE


Pelo menos a Presidência Portuguesa da União Europeia já deu alguma coisa boa.

O dia 10 de outubro é, a partir de hoje, O Dia Europeu Contra a Pena de Morte.

Para não variar foi a Polónia o único país a se opor à iniciativa. O objectivo era juntar o aborto e a eutanásia à pena de morte.
Eu pergunto o que é que a Polónia está a fazer na U.E.?


Neste dia não esqueço que ainda há jovens mulheres por este mundo executadas por lapidação, que há menores condenados à morte, deficientes mentais, homossexuais condenados por sodomia, que há condenações por racismo e xenófobia e quantos inocentes não estaram à espera que se cumpra a pena?

terça-feira, 25 de setembro de 2007

IRÃO LIVRE DE "VIADAGEM"


Gay924tm
Colocado por luvnews

Eu sou uma pessoa pacífica mas confesso que há gente que não merece mesmo estar neste mundo.
Mahmoud Ahmadinejad, o polémico presidente Iraniano, esteve em Nova Iorque para participar na Assembleia geral da ONU. Durante uma conferência, quando questionado sobre os homossexuais executados no seu país, limitou-se a responder: "Esse fenómeno não existe no Irão". Toda a sala riu perante tamanha afirmação no entanto o caso é preocupante, se não há homossexuais no Irão então é porque já foram todos executados.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

PETIÇÃO PELA LIBERDADE SEXUAL NA POLÓNIA

Há uma petição no sítio da Amnistia Internacional pela defesa dos "direitos das minorias sexuais na Polónia".
Vejam aqui e se concordarem assinem:
http://www.es.amnesty.org/actua/acciones/polonia-minorias-sexuales/
Foto: P.M.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA


Foi Louis-Georges Tin, director do Dictionnaire de l’homophobie (Presses Universitaires de France, 2003), que promoveu a criação de um Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia.

De acordo com uma opinião largamente difundida em países ocidentais, a homossexualidade seria hoje mais livre que nunca: visível e presente por toda a parte, na rua, nos jornais, na televisão, no cinema. Há quem julgue até que a homossexualidade é hoje completamente aceite, face a recentes progressos legislativos nesses países. E se algumas alterações continuam a ser necessárias para eliminar as derradeiras discriminações, várias pessoas parecem considerar que a evolução das mentalidades é uma simples questão de tempo - o tempo tido como necessário para levar a bom termo um movimento de fundo lançado já há algumas décadas.

No entanto, uma observação um pouco mais atenta mostra uma situação globalmente muito diferente. É que o século XX foi sem dúvida o período mais violentamente homofóbico da história: desde a deportação para campos de concentração sob o regime nazi, até ao gulag na União Soviética, passando por chantagens e perseguições nos Estados Unidos da América na época de McCarthy. Tudo isso pode parecer longínquo, mas a realidade é que é muito frequente observar condições de vida extremamente desfavoráveis no nosso mundo actual. A homossexualidade parece ser discriminada por toda a parte; em pelo menos oitenta Estados, os actos homossexuais são condenados pela lei (Argélia, Senegal, Camarões, Etiópia, Líbano, Jordânia, Arménia, Koweit, Porto Rico, Nicarágua, Bósnia...); em muitos países, aquela condenação pode ir além de dez anos de prisão (Nigéria, Líbia, Síria, Índia, Malásia, Cuba, Jamaica...); por vezes, a lei prevê a prisão perpétua (Guiana, Uganda) e, numa dezena de nações, a pena de morte pode ser efectivamente aplicada (Afeganistão, Irão, Arábia Saudita...). Em África, recentemente, muitos Presidentes da República reafirmaram brutalmente a sua vontade de lutar pessoalmente contra este 'flagelo social', segundo eles 'anti-africano'. E as perseguições multiplicam-se, mesmo em países cujos códigos penais não punem a homossexualidade. No Brasil, por exemplo, os esquadrões da morte e os Carecas semeiam o terror: 1960 homicídios homofóbicos foram oficialmente registados entre 1980 e 2000. Nestas condições, torna-se difícil pensar que a 'tolerância' ganha terreno. Pelo contrário, na maior parte daqueles Estados, a homofobia dá mostras de ser hoje mais violenta que ontem. A tendência não vai pois no sentido de uma melhoria generalizada.

É por isso que foi proposto este Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia com os seguintes objectivos: articular acção e reflexão para combater todas as formas de violência física, moral ou simbólica ligadas à orientação sexual ou à identidade de género; suscitar, apoiar e coordenar todas as iniciativas que contribuam para a igualdade entre os cidadãos nesta matéria, de jure, mas também de facto, em todos os países que acolham esta acção. A organização de um dia de luta contra a homofobia em cada país permitirá por sua vez inscrever as nossas lutas numa campanha de solidariedade com todas as pessoas LGBT do mundo inteiro. Mas também se trata de inscrever as nossas lutas numa iniciativa mais global de defesa dos Direitos Humanos. Há muitas décadas que, pelo mundo inteiro, se procura empreender acções neste sentido. Pretende-se assim reforçar as experiências estabelecidas, dar mais visibilidade às tentativas futuras e apelamos às instâncias internacionais a que inscrevam este Dia na sua agenda oficial, a exemplo do Dia Mundial da Mulher ou do Dia Mundial de Luta Contra a Sida.

Para os promotores deste dia o reconhecimento oficial do mesmo representaria um claro empenho da comunidade internacional - uma comunidade que se tem já mobilizado contra várias formas de discriminação e de violência social, mas que ainda não se pronunciou contra a homofobia.

No dia 17 de Maio de 1990, a Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Esta acção pôs fim a mais de um século de homofobia médica. Prosseguindo esta decisão histórica, os proponentes pretendem que o Alto Comissariado para os Direitos Humanos e que a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas condenem também a homofobia nas suas vertentes política, social e cultural, reconhecendo este Dia Mundial Contra a Homofobia. A decisão da OMS constitui uma data histórica e um símbolo forte e por isto a proposta é que este Dia Mundial tenha lugar anualmente no dia 17 de Maio.

Tirado de Wikipedia

terça-feira, 8 de maio de 2007

LAPIDADA!

Hoje estou mesmo furioso, triste e desiludido com a espécie humana.
Sei que a lapidação e os crimes de honra são uma coisa banal em alguns países islâmicos mas estamos no século XXI, como é possível esta barbárie continuar? E as vítimas como sempre são as mulheres:

A lapidação de uma rapariga de 17 anos da seita Yazidi - uma antiga(pré-islâmica) minoria religiosa curda que venera o Diabo- recrudesceu a violência no norte de Iraque. Doaa Aswad Dekhil apaixonou-se por um muçulmano e converteu-se ao islão com a intenção de casar-se com ele. De volta a casa, 2.000 pessoas de seu povo, Bashika, cerca da localidade de Mosul, observaram como um grupo de oito ou nove homens, supostamente da sua família, a apedrejaram até a morte enquanto um vizinho anónimo gravou a cena com um telemóvel. A rapariga demorou 30 minutos a morrer.

Como é possível que as primeiras grandes civilizações humanas tenham nascido naquela zona?

Notícia tirada do El Pais

Declaração da Amnistia Internacional