quinta-feira, 8 de novembro de 2007

FRESCOS DA CAPELA SISTINA







Ainda a propósito das Pilinhas no Vaticano gostava de deixar aqui esta questão:

Será que João Paulo II ou Bento XVI teriam a audácia de aceitar um artista homossexual a trabalhar no Vaticano, mesmo sendo um dos maiores génios da história das artes?
Será que deixavam algum artista decorar o tecto da Capela Sistina com frescos representando belos homens, musculados e com a pilinha à mostra?

Imagens: Pormenores dos frescos de Michelangelo na capela Sistina em Roma.

4 comentários:

Paulo disse...

Muito bem, andaste atrás do Buonarroti a seleccionar pilinhas e gajos. E as mulheres masculinizadas?
Olha, desconfio que nem mesmo que os senhores tivessem as pilinhas pequininas seriam admitidos. Sim, já reparaste que têm quase só umas amostras? Seria para não chocar ou para não criar desigualdades?

pinguim disse...

Belìssimos estes nús de Miguel Ângelo, e eróticos, independentemente do tamanho (desculpa lá, Paulo).
Quanto aos papas de agora, coitados, devem procurar não pôr os olhos no Altíssimo, quando passam na Capela Sistina.

Special K disse...

Paulo e Pinguim, são realmente belíssimoas estas pinturas do Miguel Angêlo. Paulo, pelos vistos também reparaste que as pilinhas eram pequeninas, a razão porque as pintou assim não sei, talvez alguém perito em história de arte nos possa elucidar.
Um abraço aos dois.

Paulo disse...

Mas o tópico das pilinhas-amostra não é só do Miguel Ângelo, vem já da Antiguidade e, sim, deve haver uma explicação para o facto. Historiadores de Arte, onde andais?