terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

SEAN PENN


O Melhor Actor e o melhor discurso da noite.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

POR FALAR EM CASAMENTO...

Como o casamento entre homossexuais pode corromper os valores da família tradicional:



PRÓS & CONTRAS


Finalmente o programa Prós & Contras da RTP agendou um debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Apesar da forte crise parece que já vale a pena meter o assunto na agenda.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

BEIJOS



Não sou grande adepto destas "americanices" consumistas mas o meu incurável espírito romântico não podia deixar passar a data em branco.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O ESTRANHO CASO DE BENJAMIM BUTTON



Que bom aproveitar este pequeno período entre semestres para descansar um pouco e poder voltar a desfrutar de alguns dos meus prazeres preferidos.
O meu regresso ao cinema não foi com "Milk", esse será muito em breve e com boa companhia.

«A vida seria infinitamente mais feliz se nascêssemos com 80 anos e nos aproximássemos gradualmente dos 18»

Esta frase é do escritor norte-americano Mark Twain e terá inspirado o conto de F. Scott Fitzegerald em que este filme se baseia, ainda que de uma forma muito ligeira.

Benjamim Button (Brad Pitt) nasce no final da Primeira Guerra Mundial com 80 anos e vive toda a sua vida ao contrário. “A vida não se mede em minutos, mede-se em momentos”, a frase é do próprio Ben e marca bem todo o espírito da personagem e do filme; seja qual for o sentido em que a vida corra, o fim é sempre certo. Talvez baseado neste pensamento, Ben nunca se lamenta do destino, e aos cinco anos, com corpo de velho, aceita o seu destino sempre pensando que a morte estava próxima. Aliás não é por acaso que Benjamim é abandonado pelo pai (Jason Flemyng) à porta de um lar de idosos governado pela enérgica Queenie (brilhante Taraji P. Henson). Para ela uma criatura tão feia também era obra de Deus, assim também merecia uma oportunidade, Queenie torna-se então na mãe adoptiva de Ben.

Ainda velho Benjamim conhece Daisy (Cate Blanchet), uma criança de sete anos que será o seu grande amor e cuidará dele, mesmo no berço. A história é narrada pelo próprio Benjamim através do seu diário que legou a Daisy e que é lido pela filha Caroline (Julia Ormond) no seu leito de morte.

O “Estranho caso de Benjamim Button” é um filme belíssimo, com um excelente Brad Pitt, nomeado para o Óscar para Melhor Actor Principal. O filme está aliás nomeado para treze estatuetas douradas, entre as quais estão as de Melhor Actor (Brad Pitt), Actriz Secundária (brilhante Taraji P. Henson), Realização (David Fincher), Argumento Adaptado (Erich Roth) e Melhor Filme.

Pois, o meu regresso à sétima arte não foi com "Milk", esse será em breve e com boa companhia.

Quando ouvi falar deste filme pela primeira vez lembrei-me logo deste post:
Vida ao Contrário

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A MINISTRA ISLANDESA

Johanna Sigurdardottir

Pois é meus amigos, por todo o lado se fala em crise, no entanto essa crise já trouxe ventos de mudança e condicionou duas curiosas mudanças políticas:

Nos Estados Unidos foi eleito o pimeira primeira vez na sua história um presidente negro, isto num país onde, não há muitas décadas, os negros ainda lutavam pelos seus direitos.
Entretanto lá longe, no norte da Europa há um país de que raramente se houve falar, apenas se sabe que tem paisagens lindíssimas e que é frio como o caraças. Da Islândia a única coisa que alguns portugueses conhecem é a música da Börk e dos Sigur Rós.


No entanto as coisas mudaram, agora o país do gelo é conhecido por ser o primeiro do mundo a possuir uma Primeira-Ministra lésbica assumida; Johanna Sigurdardottir, era Ministra dos Assuntos Sociais e subiu ao poder na sequência da demissão de Geir Haarde. A sua missão não é fácil, pois há que salvar o país da bancarrota e tem apenas poucos meses para mostrar o que vale pois o seu governo é interino e as eleições legislativas são já em Março.

Islândia

Para Obama e Sigurdardottir, só posso desejar boa sorte, bem que precisam. No entanto não posso deixar de ficar triste por se dar mais importância à cor e à orientação sexual dos políticos em lugar das suas competências. Espero então que chegue o dia em que a eleição de um negro, de uma mulher ou de um homossexual deixe de ser notícia, isso seria sinal de que os preconceitos e as discriminações chegaram ao fim.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

OKTAPODI



Porque os polvos também amam.

Este filme é candidato ao Óscar 2009, para Melhor Curta-metragem de Animação.

Visto aqui: Sonhos Desencontrados